Unidade de Estudo e Tratamento da Dor

A Unidade de Estudo e Tratamento da Dor (UETD) do IPO Porto iniciou a sua atividade em Maio de 1980, sendo constituída desde o início pelas especialidades de Anestesiologia, Neurocirurgia e Psiquiatria. Posteriormente, foram integradas a Fisiatria e a Oncologia Médica.

A Unidade de Dor do IPO, desde 2025, integra a Unidade de Dor Aguda e a Unidade de Dor Crónica, funcionando de forma articulada no âmbito da dor transicional. Esta abordagem visa assegurar a continuidade de cuidados entre a dor aguda e a dor crónica, com foco na prevenção da cronificação.

A Unidade é coordenada pela Dra. Ana Agrelo, com coordenação adjunta da Dra. Inês Fonseca, ambas do Departamento de Anestesiologia e Medicina Intensiva.

 

Equipa Unidade de Dor Crónica

  • Ana Agrelo (Anestesiologia) 
  • Ana Madalena Melo (Anestesiologia)
  • Artur Aguiar (Radioterapia)
  • Cláudia Barros (Anestesiologia)
  • Diana Fontanete (Psiquiatria)
  • Natália Costa (Anestesiologia e Acupuntura)
  • Pedro Freixo (Medicina Física e Reabilitação)
  • Rute Fernandes (Oncologia Médica)
  • Juliana Santos (Enfermeira Coordenadora da Unidade de Dor)

 

Equipa Unidade de Dor Aguda

  • Alexandra Abrunhosa
  • Décio Pereira
  • Inês Fonseca
  • Inês Neves
  • Lívia Pinto (Enfermeira coordenadora da Unidade dor Aguda)
  • Mercedes Gácio

 

Missão, visão e Valores da Unidade de Dor IPO Porto

Missão

Prestar cuidados especializados, rigorosos e humanizados no tratamento da dor oncológica— aguda, crónica e transicional — reconhecendo a importância da prevenção da cronificação da dor. A intervenção é centrada na pessoa com dor, respeitando a sua dignidade, preferências e necessidades. A Unidade integra a investigação clínica e translacional e a formação contínua como instrumentos fundamentais para aprofundar o conhecimento e garantir respostas mais eficazes ao sofrimento da pessoa com doença oncológica.

Visão

Afirmar-se como unidade de referência nacional e internacional na abordagem integrada da dor oncológica, reconhecida pela excelência clínica, pelo contributo ativo para o avanço científico e pela dedicação constante à melhoria da qualidade de vida dos doentes, através da articulação entre assistência, investigação e formação.

Valores

– Centralidade no doente: cada decisão clínica e científica é orientada pelas necessidades da pessoa com dor.
– Humanização: cuidar com empatia, ética e respeito pela individualidade de cada doente.
– Excelência clínica: atuação baseada na melhor evidência, com rigor técnico e compromisso
com a qualidade.
– Prevenção da dor crónica: intervenção precoce e proativa, com foco na dor transicional.
– Interdisciplinaridade: abordagem colaborativa e integrada entre diferentes especialidades e saberes.
– Investigação clínica e translacional: produção e aplicação de conhecimento científico que contribua para melhorar os cuidados prestados.
– Formação ao serviço da prática: capacitação contínua dos profissionais de saúde,
orientada para a melhoria dos resultados da abordagem da dor.
– Segurança: promoção de práticas clínicas seguras, com identificação e minimização dos riscos, garantindo a proteção do doente em todas as fases do cuidado.

Unidade de Dor Crónica

A Unidade de Dor Crónica assegura o seu funcionamento entre as 8h00 e as 16h00, adotando uma abordagem multidisciplinar orientada para a avaliação e tratamento da dor crónica associada à doença oncológica, quer no decurso da mesma, quer no contexto das sequelas daí decorrentes.

A sua atuação integra as melhores práticas farmacológicas, incluindo a utilização de terapêuticas dirigidas a situações de maior complexidade, bem como a realização de técnicas de intervenção, quando clinicamente indicadas, com periodicidade definida às segundas e quartas-feiras. Integra uma equipa de enfermagem com atividade entre as 8 e as 16H, responsável pela educação e capacitação do cliente para gestão da dor e do regime terapêutico, pela monitorização no domicilio e pelo apoio às necessidades associados ao controlo da dor.

Unidade de Dor Aguda

A Unidade de Dor Aguda tem como objetivo assegurar o controlo álgico adequado no período pós-operatório, baseando a sua atuação em protocolos instituídos, previamente testados e validados quanto à sua eficácia.

Garante a visita médica sistemática dos doentes submetidos a protocolos analgésicos que incluam opioides ou técnicas loco-regionais, assegurando acompanhamento clínico contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Integram também a Unidade de Dor os enfermeiros Elos de Ligação, distribuídos por vários serviços de internamento e ambulatório, que apoiam as equipas na abordagem da dor aguda e cronica, identificam precocemente o risco de cronificação e promovem a continuidade dos cuidados.

A Unidade de Dor Aguda intervém ainda no âmbito da dor transicional, em articulação direta com a Unidade de Dor Crónica, identificando precocemente doentes em risco de cronificação, bem como situações de controlo álgico difícil no pós-operatório que possam constituir preditores de evolução para dor crónica.

Esta articulação funcional entre ambas as unidades e a intervenção dos elos de ligação de enfermagem estabelecem a base da Unidade de Transição, promovendo a continuidade de cuidados e a prevenção da cronificação da dor.

equipa

Unidade de Estudo e Tratamento da Dor
Coordenadora
Ana Agrelo

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