Unidade de Estudo e Tratamento da Dor
A Unidade de Dor do IPO, desde 2025, integra a Unidade de Dor Aguda e a Unidade de Dor Crónica, funcionando de forma articulada no âmbito da dor transicional. Esta abordagem visa assegurar a continuidade de cuidados entre a dor aguda e a dor crónica, com foco na prevenção da cronificação.
A Unidade é coordenada pela Dra. Ana Agrelo, com coordenação adjunta da Dra. Inês Fonseca, ambas do Departamento de Anestesiologia e Medicina Intensiva.
Equipa Unidade de Dor Crónica
- Ana Agrelo (Anestesiologia)
- Ana Madalena Melo (Anestesiologia)
- Artur Aguiar (Radioterapia)
- Cláudia Barros (Anestesiologia)
- Diana Fontanete (Psiquiatria)
- Natália Costa (Anestesiologia e Acupuntura)
- Pedro Freixo (Medicina Física e Reabilitação)
- Rute Fernandes (Oncologia Médica)
- Juliana Santos (Enfermeira Coordenadora da Unidade de Dor)
Equipa Unidade de Dor Aguda
- Alexandra Abrunhosa
- Décio Pereira
- Inês Fonseca
- Inês Neves
- Lívia Pinto (Enfermeira coordenadora da Unidade dor Aguda)
- Mercedes Gácio
Missão, visão e Valores da Unidade de Dor IPO Porto
Missão
Prestar cuidados especializados, rigorosos e humanizados no tratamento da dor oncológica— aguda, crónica e transicional — reconhecendo a importância da prevenção da cronificação da dor. A intervenção é centrada na pessoa com dor, respeitando a sua dignidade, preferências e necessidades. A Unidade integra a investigação clínica e translacional e a formação contínua como instrumentos fundamentais para aprofundar o conhecimento e garantir respostas mais eficazes ao sofrimento da pessoa com doença oncológica.
Visão
Afirmar-se como unidade de referência nacional e internacional na abordagem integrada da dor oncológica, reconhecida pela excelência clínica, pelo contributo ativo para o avanço científico e pela dedicação constante à melhoria da qualidade de vida dos doentes, através da articulação entre assistência, investigação e formação.
Valores
– Centralidade no doente: cada decisão clínica e científica é orientada pelas necessidades da pessoa com dor.
– Humanização: cuidar com empatia, ética e respeito pela individualidade de cada doente.
– Excelência clínica: atuação baseada na melhor evidência, com rigor técnico e compromisso
com a qualidade.
– Prevenção da dor crónica: intervenção precoce e proativa, com foco na dor transicional.
– Interdisciplinaridade: abordagem colaborativa e integrada entre diferentes especialidades e saberes.
– Investigação clínica e translacional: produção e aplicação de conhecimento científico que contribua para melhorar os cuidados prestados.
– Formação ao serviço da prática: capacitação contínua dos profissionais de saúde,
orientada para a melhoria dos resultados da abordagem da dor.
– Segurança: promoção de práticas clínicas seguras, com identificação e minimização dos riscos, garantindo a proteção do doente em todas as fases do cuidado.
Unidade de Dor Crónica
A Unidade de Dor Crónica assegura o seu funcionamento entre as 8h00 e as 16h00, adotando uma abordagem multidisciplinar orientada para a avaliação e tratamento da dor crónica associada à doença oncológica, quer no decurso da mesma, quer no contexto das sequelas daí decorrentes.
A sua atuação integra as melhores práticas farmacológicas, incluindo a utilização de terapêuticas dirigidas a situações de maior complexidade, bem como a realização de técnicas de intervenção, quando clinicamente indicadas, com periodicidade definida às segundas e quartas-feiras. Integra uma equipa de enfermagem com atividade entre as 8 e as 16H, responsável pela educação e capacitação do cliente para gestão da dor e do regime terapêutico, pela monitorização no domicilio e pelo apoio às necessidades associados ao controlo da dor.
Unidade de Dor Aguda
A Unidade de Dor Aguda tem como objetivo assegurar o controlo álgico adequado no período pós-operatório, baseando a sua atuação em protocolos instituídos, previamente testados e validados quanto à sua eficácia.
Garante a visita médica sistemática dos doentes submetidos a protocolos analgésicos que incluam opioides ou técnicas loco-regionais, assegurando acompanhamento clínico contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Integram também a Unidade de Dor os enfermeiros Elos de Ligação, distribuídos por vários serviços de internamento e ambulatório, que apoiam as equipas na abordagem da dor aguda e cronica, identificam precocemente o risco de cronificação e promovem a continuidade dos cuidados.
A Unidade de Dor Aguda intervém ainda no âmbito da dor transicional, em articulação direta com a Unidade de Dor Crónica, identificando precocemente doentes em risco de cronificação, bem como situações de controlo álgico difícil no pós-operatório que possam constituir preditores de evolução para dor crónica.
Esta articulação funcional entre ambas as unidades e a intervenção dos elos de ligação de enfermagem estabelecem a base da Unidade de Transição, promovendo a continuidade de cuidados e a prevenção da cronificação da dor.
equipa
