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Serviço Social promove reunião entre os três IPO


IPO do Porto apela à dádiva regular de sangue e plaquetas
“A terapêutica transfusional é uma terapêutica de suporte indispensável no tratamento do doente oncológico – quimioterapia, radioterapia, transplante de medula óssea e cirurgia – e tem na sua essência o altruísmo dos dadores benévolos”, explica Luísa Lopes dos Santos, médica e diretora do Serviço.
Em 2021, o IPO do Porto registou 9953 dádivas (mais 1,5% do que em ano transato), das quais 1560 foram de componentes plaquetários por aférese. De referir 1669 novos dadores no IPOP e ainda a realização de 11194 consultas a dadores.
O IPO do Porto, consciente da sua missão primordial de assegurar que os doentes são tratados segundo padrões éticos e científicos elevados, tem obrigação de disponibilizar componentes sanguíneos seguros e eficazes, em quantidade suficiente para responder às necessidades transfusionais dos mais de 2000 doentes que anualmente necessitam de transfusões de componentes sanguíneos.
Luísa Lopes dos Santos reforça que “aproveitamos datas especiais numa tentativa de, junto da população, particularmente da mais jovem, lembrar que o tratamento dos doentes não seria possível sem a generosidade dos dadores e que dar sangue e plaquetas é um dever de cidadania que é realizado de forma simples e solidária”.
No dia 28 de março, segunda-feira, os dadores que vierem ao Serviço de Imuno-hemoterapia do IPO do Porto vão ser brindados com um momento musical e uma pequena oferta simbólica.
No IPO do Porto, a recolha decorre de segunda a sexta-feira, entre as 08h30 e as 19h00, e ao sábado, das 08h30 às 12h30.
IPO do Porto firma protocolo com Fundação “La Caixa”
O início da parceria Fundação “La Caixa” e IPO do Porto remonta a julho de 2021, quando o protocolo foi assinado, com vista ao reforço de cuidados psicossociais dirigido a doentes em fim de vida. O IPO do Porto já integrou, em outubro de 2021, dois profissionais – uma psicóloga e uma assistente social – com a formação e a experiência necessárias e está aguardar a integração de um terceiro elemento (psicóloga) para muito breve.
“Estes profissionais estão a apoiar os doentes dos serviços do departamento de Oncologia Médica (que inclui STMO e Serviço de Cuidados Paliativos), permitindo-lhes beneficiar de mais qualidade no atendimento, nomeadamente, na área do apoio emocional, apoio social, espiritual e luto”, explica Eunice Silva, coordenadora do Programa e do Serviço de Psicologia no IPO do Porto. “De forma indirecta, todos os outros serviços também estão a beneficiar porque foram libertados recursos, o que nos permite aumentar a acessibilidade aos cuidados psicossociais aos doentes de toda a Instituição”, explica.
A Fundação “la Caixa” tem vindo a desenvolver em Portugal o Programa de Apoio Integral a Pessoas com Doenças Avançadas no âmbito do Programa Humaniza que visa reforçar o apoio psicossocial e espiritual a pessoas com doenças avançadas e seus familiares.



Psicóloga e Assistente Social contratadas ao abrigo do Programa Humaniza, com a Dra. Eunice Silva, coordenadora da Equipa de Apoio Psicossocial do IPO do Porto.
Comitiva Brasileira visita IPO do Porto como centro de referência CAR-T
A finalidade principal foi a partilha de boas práticas e competência técnica do IPO do Porto na área das CAR-T cells, bem como as linhas estratégicas e a cultura organizacional da instituição, que foram absolutamente fundamentais para se qualificar, em 2019, como o primeiro hospital em Portugal a administrar o tratamento oncológico com células geneticamente modificadas a doentes com tumores líquidos (leucemias e linfomas).
“A qualificação do IPO Porto para utilização da terapêutica com CAR-T cells foi um momento de grande significado institucional, só possível pelo trabalho de equipa de vários serviços e profissionais, e que nos permitiu disponibilizar esta estratégia terapêutica a um conjunto de doentes para os quais é a última esperança. Poder partilhar a nossa experiência com os nossos colegas e amigos do AC Camargo Cancer Centre, uma instituição de referência, constitui uma nova oportunidade de esta tecnologia inovadora chegar a mais doentes que dela necessitam”, refere Rui Henrique, Presidente do IPO do Porto.
A comitiva do A.C. Camargo Cancer Center, composta por Wilson Pedreira, diretor executivo, Jayr Schmidt, hematologista, e Marta Lemos, médica do serviço de Hemoterapia e Terapia Celular do A.C. Camargo, foi recebida pelo Presidente do IPO do Porto, Rui Henrique, e acompanhada por José Mário Mariz, Diretor do Serviço de Onco-Hematologia, e Susana Roncon, Diretora do Serviço de Terapia Celular, numa visita às instalações do IPO do Porto e respetivos serviços.
“Esta visita é muito importante para o A.C. Camargo Cancer Center. O IPO do Porto tem uma experiência que será essencial para acelerar a qualidade da utilização do CAR-T no Brasil e tem sido muito generoso em dividir esse conhecimento”, declara Wilson Pedreira, diretor executivo.
Inaugurado em 1953, o A.C. Camargo Cancer Center tem um percurso de grande relevo no combate ao cancro. Líder no conhecimento científico em Oncologia no Brasil, é um centro de referência internacional no ensino, investigação e tratamento multidisciplinar nesta área.
Esta reunião foi promovida pela Kite, uma empresa Gilead, que entende que “o prestígio internacional que o IPO Porto tem granjeado na área das CAR-T cells e os excelentes resultados obtidos posicionam a instituição como uma referência e um centro de excelência”.

Nova técnica na Cirurgia Torácica torna procedimento menos invasivo
Trata-se de uma segmentectomia anatómica por VATS (video-assisted thoracoscopic surgery) – intervenção cirúrgica realizada no IPO do Porto desde 2019 –, mas agora com recurso a ferramentas cirúrgicas e tecnológicas mais eficazes que permitem aumentar a precisão da resseção e, consequentemente diminuir o risco de infeção e outras complicações para o doente.
“Esta é uma técnica inovadora, já existente em Portugal, mas que estamos a aplicar pela primeira vez na cirurgia torácica no IPO do Porto. Intraoperatoriamente, após a laqueação dos ramos arteriais, injetamos no doente uma substância (verde de indocianina) que vai delimitar por imunofluorescência e com mais rigor, a zona da árvore pulmonar que mantém irrigação e a zona do segmento pulmonar a ressecar”, explica Gonçalo Paupério, diretor do Serviço de Cirurgia Torácica do IPO do Porto, assegurando que desta forma é possível extrair o tumor de forma mais precisa.
“A introdução desta nova opção cirúrgica permite-nos, por um lado, definir com maior precisão o plano do segmento a ressecar e oferecer menor risco de complicações para o doente, nomeadamente infeções e enfartes pulmonares, assegurando assim melhor recuperação para o doente”, esclarece o cirurgião do IPO do Porto.
A cirurgia torácica é a especialidade que se ocupa do diagnóstico e tratamento, em pediatria e no adulto, de doenças do pulmão, mediastino, parede torácica e pericárdio.
Em 2021, o Serviço de Cirurgia Torácica realizou 22 segmentectomias anatómicas por VATS (video-assisted thoracoscopic surgery), uma cirurgia dirigida exclusivamente a doentes com tumores em estadios iniciais.
De acordo com Gonçalo Paupério, “este ano vamos assistir no IPO do Porto a um intensificação deste tipo de cirurgias, porque o serviço está empenhado em mudar o paradigma e adotar estratégias cirúrgicas cada vez menos invasivas e mais inovadoras”.
7º e último episódio do podcast “Cancro sem Temor” aborda o tema “Falar no Fim”
Moderado pela jornalista e moderadora do podcast, Lúcia Gonçalves, o episódio reflete sobre como é que o fim pode ser amparado e preparado da melhor forma para o doente e para a família. Os convidados são Sandra Santos, filha de doente oncológica seguida no Serviço de Cuidados Paliativos do IPO-Porto; Paula Silva, Diretora do Serviço de Cuidados Paliativos do IPO-Porto; e Susana Moutinho, Psicóloga do IPO-Porto que acompanha o Serviço de Cuidados Paliativos há mais de 20 anos,
“Sendo o cancro uma doença associada ao nosso envelhecimento, temos tendência a relacionar a um final de vida”, menciona a jornalista Lúcia Gonçalves, referindo-se a um dos maiores estigmas em relação às doenças oncológicas. É desta forma que introduz o caso da mãe de Sandra Santos, que foi diagnosticada com cancro da mama em 2019.
Sandra explica como acompanhou a sua mãe nos seus últimos meses, principalmente a partir do momento em que foi sinalizada pelos Cuidados Paliativos. Foi um momento complicado, dado que teria perdido o seu pai três anos antes, também por uma doença oncológica. “A dicotomia entre querer ficar e não se importar de ir fê-la ter muitos momentos de grande fragilidade emocional“. Mas acredita que o que ajudou a sua mãe na sua fase terminal foi o amor dado por si e pelo seu irmão.
É neste âmbito que a diretora Paula Silva afirma que “os Cuidados Paliativos não são só para os doentes em fim de vida. Deveriam começar numa fase anterior”. Quando se considera que não há benefício em continuar com tratamentos dirigidos à doença, é proposto o seguimento por Cuidados Paliativos. Contudo, o doente vê a transição da Oncologia Médica para os Cuidados Paliativos como uma situação de terminalidade iminente, o que não é necessariamente verdade. Mas constata que quando se fala de um doente com doença oncológica, avançada e em progressão, os médicos deixam de estar focados na doença para estarem focados no doente.
A psicologia Susana Moutinho acrescenta ainda que “o nosso papel enquanto psicólogos é ajudar o doente a exprimir as suas emoções, a minimizar esse sofrimento e a dar um novo significado à vida das pessoas“. No entanto, apesar de o foco ser maior no doente, também deve haver uma preocupação com a família, visto que é um momento de grande fragilidade. Neste sentido, aborda o conceito de exaustão do cuidador e explica que procura ajudar a família a perceber que é humana, que tem limites e que tem de se auto-cuidar para poder cuidar do doente.
Termina, assim, a temporada do podcast “Cancro sem Temor”, que poderá rever nas plataformas habituais. Estamos motivados em continuar a ajudar os doentes oncológicos e as suas famílias, de forma a que se sintam mais acolhidos, informados e apoiados.
6º episódio do podcast: A chave para uma relação de confiança entre médico e doente
A conversa, moderada pela jornalista Lúcia Gonçalves, conta com as participações de Renato Sousa (Doente com Cancro no Pulmão Metastizado), Susana Sousa (Médica Oncologista do IPO-Porto) e Flávio Videira (Cirurgião e Orientador da Clínica de Patologia Digestiva).
“As emoções refletem-se no nosso organismo e ter um pensamento positivo influencia a evolução dos tratamentos“, reflete a jornalista Lúcia Gonçalves, que traz a debate a necessidade de se compreender a chave para a existência de uma relação de confiança entre o médico e o doente.
“A palavra cancro, por si só, é assustadora”, revela Renato, que, após receber o diagnóstico, costumava consultar o Google e as estatísticas para tentar saber o que lhe podia acontecer. Mas a relação de confiança com a equipa médica que o acompanha ajudou-o a compreender que nem sempre estamos preparados para ouvir todas as respostas e que este é um caminho com poucas certezas, optando por querer saber apenas o necessário. Para Renato, neste percurso “cria-se uma relação entre médico-doente e ainda bem que se cria”.
Da perspetiva do médico, a oncologista Susana Sousa afirma que “ninguém nos ensina a comunicar” com os doentes. Parte de cada profissional de saúde saber falar e ouvir com cuidado e tentar colocar-se sempre “do outro lado da secretária”. A transmissão da informação com clareza torna-se fundamental na criação de uma relação de confiança com o doente. Contudo, esta comunicação pode, muitas vezes, ser interpretada como “fria”, porque o médico procura explicar a doença, os tratamentos e as sequelas, apesar de tentar sempre passar uma mensagem positiva de esperança de que tudo vai correr pelo melhor.
Para o cirurgião Flávio Videira, “aqui não há só médicos e não há só o meu médico“. Apesar de a relação de confiança ser fulcral entre o médico e o doente, existem outros profissionais de saúde que devem garantir a mesma. Isto é, além da confiança na relação médico-doente, deve haver confiança institucional, que diz respeito à ajuda e acompanhamento do caso do doente oncológico por parte do enfermeiro, quando o médico não consegue atender. O IPO-Porto oferece e cria esta confiança institucional, de forma a que o doente não seja prejudicado.
Assista ao episódio completo para conhecer os testemunhos de todos os participantes e não perca o próximo episódio do podcast “Cancro sem Temor”, que terá como tema “Falar no fim”.
5º episódio do podcast “Cancro sem Temor” aborda os desafios dos doentes oncológicos jovens
Importa perceber que, embora a predisposição genética e o estilo de vida sejam fatores relevantes para o diagnóstico do cancro, a idade também pode ser um fator de risco e, por vezes, pode ser desvalorizado, não só pelos próprios doentes, como por familiares e até clínicos – “Alguém que vai à consulta ou à urgência duas vezes pela mesma queixa, temos que investigar, porque alguma coisa se passa.“, refere a Ana Ferreira. Ainda assim, há muitos doentes que desencadeiam esta patologia em idade jovem.
Há 11 anos, Daniela descobriu que tinha um “caroço” enquanto tomava banho e, em consequência disso, foi fazer uma ecografia, e os resultados revelaram que tinha um carcinoma da mama: “Quando cheguei à consulta foi-me dada a notícia e aí sim, desabei… desatei a chorar. Mas ao mesmo tempo pensei “Agora é para ir para a frente e perceber qual o próximo passo.”
“Uma pessoa pergunta: porquê eu?” Daniela aborda os desafios, físicos e psicológicos, pelos quais os jovens doentes oncológicos têm de passar, como o momento em que decidem rapar o cabelo, o processo de realizar, neste caso, uma mastectomia e o de poder ser tratada de forma diferente. Neste âmbito, sempre pôde contar com o apoio da família e do grupo de amigas, do qual Rosa Sobral faz parte e que assume “Eu lembro-me de lhe responder: não te preocupes que eu vou estar contigo em todos os momentos. E efetivamente estive em todas as sessões quimio e todas as sessões de radio”.
A especialista em oncologia, Ana Ferreira, relembra que o cancro da mama é o carcinoma mais frequente entre os 20 e os 30 anos, assim como os tumores ginecológicos, e, assim sendo, alerta para os possíveis sinais e sintomas que o corpo transmite. Além disso, dá também o seu parecer sobre as patologias mais comuns nas idades mais jovens, especificamente entre os 15 e os 39 anos, como as doenças hematológicas, assim como os cuidados e tratamentos requeridos.
O episódio destaca também o papel dos profissionais de saúde em todo o processo, fundamental para os doentes manterem um espírito positivo e de confiança, para que sintam que podem continuar a viver a sua vida na plenitude, mantendo-se informados sobre tudo o que envolve cada parte do processo.
O próximo episódio do podcast “Cancro sem Temor” tem como tema “Cuidar. Comunicar. Confiar.” e aborda a importância da comunicação e confiança no médico e equipa que acompanha o doente.
Cancro de Pulmão discutido entre IPO do Porto e especialistas do Brasil
A iniciativa realiza-se no próximo dia 27 de janeiro, às 17h30 (BR) e 20h30 (PT), em formato virtual, e destina-se a profissionais das áreas da oncologia, cirurgia torácica, anatomia patológica e radioterapia.
O registo é obrigatório e o link de acesso para os interessados é o seguinte: https://cloud.netglobe.com.br/NGCloud/pages/public/webcast/webcast.xhtml?p=oncoclinicas3
No painel de palestrantes estão dois especialistas diferenciados em cancro de pulmão de cada país. O IPO do Porto estará representado pelo Dr. Gonçalo Paupério, diretor do Serviço de Cirurgia Torácica, com o tema “Cirurgia minimamente invasiva: status atual e perspetivas” e pela Dra. Ana Rodrigues, oncologista médica, que abordará o “Tratamento adjuvante: da pesquisa à prática clínica”. No final haverá espaço para debate, com a participação da Dra. Sara Lopes, da equipa de torácica do IPO do Porto, e Clarissa Mathias da Oncoclínicas.

4º episódio do podcast informa doentes oncológicos sobre direitos e apoios
A conversa, moderada pela jornalista Lúcia Gonçalves, conta com as participações de Esperança Silva (na altura, Diretora do Serviço Social do IPO-Porto), Ana Mafalda Baptista (Técnica do Serviço Social da AAPC – Associação de Apoio às Pessoas com Cancro) e Andreia da Costa Andrade (Jurista da Liga Portuguesa Contra o Cancro).
Saber onde ir e o que se tem de fazer para obter benefícios sociais, qual a proteção dos doentes oncológicos no quadro do Serviço Nacional de Saúde e da Segurança Social, o que fazer quando esses direitos não são respeitados e quais os benefícios fiscais e o enquadramento laboral que existe neste momento na legislação nacional são alguns dos temas debatidos neste episódio.
Esperança Silva, na altura, Diretora do Serviço Social do IPO-Porto, revela que, numa primeira fase, os doentes estão mais focados no diagnóstico e, só depois de estarem mais conscientes da doença, começam a procurar respostas para as suas preocupações: “Nessas consultas individualizadas vai-se avaliar toda a situação. A avaliação social tem várias fases e tem que se saber tudo o que se passa com o doente. Eu tenho de ir de encontro da necessidade do doente”.
Também Mafalda Baptista, Técnica do Serviço Social da AAPC, associa a falta de conhecimento dos doentes oncológicos ao não acesso a direitos e benefícios. Não só há desorientação inicial com o choque da doença, como também falha de acesso à informação onde se deveria investir: “Acho que se deveria investir mais na informação e nos direitos que as pessoas têm porque muitas das pessoas não usufruem dos direitos por falta de conhecimento”.
Já Andreia da Costa Andrade, Jurista da Liga Portuguesa Contra o Cancro, sublinha que cada vez mais a sociedade civil procura dar resposta aos direitos dos doentes oncológicos, e lembra que a Liga Portuguesa Contra o Cancro, em articulação com o IPO-Porto, ajuda os doentes oncológicos com informações sobre serviços e questões sociais do quotidiano, uma vez que noutras instituições como a Segurança Social é difícil encontrar respostas num tão curto espaço de tempo. E dá um exemplo prático: “É necessário tirar cópias de todos os documentos e entregar nos serviços essenciais, para que seja correspondida a isenção do IRS ou parte do IRS”.
O próximo episódio do podcast “Cancro sem Temor” é dedicado ao tema “O Cancro em Idade Jovem” e aborda o impacto da doença oncológica e os desafios que traz à faixa etária dos jovens.
