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IPO Porto integra novo Programa Doutoral em Física Médica da Universidade do Porto
Este novo ciclo de estudos resulta de uma colaboração entre a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar e o IPO Porto, o que reforça a ligação entre a academia e a prática clínica.
A Física Médica assume um papel central na medicina moderna e é essencial para garantir a segurança e a eficácia das tecnologias utilizadas no diagnóstico e no tratamento de doenças, em particular na oncologia. Inclui a otimização de exames de imagem e o planeamento rigoroso de tratamentos com radiação. Os físicos médicos asseguram que cada procedimento ocorre com elevado rigor científico e com segurança para o doente.
No âmbito desta parceria, o IPO Porto, que alberga o maior núcleo de Física Médica em Portugal, assume um papel estratégico na formação avançada e na investigação. Destaca-se o trabalho em áreas de grande inovação como a protonterapia, cujo novo centro será desenvolvido em breve na instituição.
Para João Santos, Coordenador do Grupo de Física Médica, Radiobiologia e Proteção Radiológica do Centro de Investigação do IPO Porto, este momento representa uma mudança estrutural no panorama nacional:
“A criação do primeiro programa doutoral em Física Médica em Portugal pela Universidade do Porto, em continuidade direta com uma relação antiga e fecunda com o Instituto Português de Oncologia do Porto, feita de trabalho e projetos partilhados ao longo dos anos, e também do primeiro mestrado nacional nesta área, marca, a meu ver, um ponto de viragem estrutural. Não é apenas mais um ciclo de estudos que se abre. É, sobretudo, a confirmação de que a Física Médica deixou de ocupar um lugar periférico na sociedade e passou a integrar o núcleo da prática clínica, em articulação multidisciplinar com os outros profissionais da Saúde, onde cada avanço só faz sentido se se traduzir em mais segurança, melhor tratamento e, no limite, mais vida.”
As candidaturas para o novo programa doutoral já se encontram abertas para o próximo ano letivo. Entre as principais saídas profissionais estão a carreira académica e de investigação, a integração em equipas clínicas hospitalares, a indústria de tecnologias médicas e farmacêuticas, bem como áreas de consultoria em proteção radiológica.
Com esta iniciativa, o IPO Porto reforça o seu compromisso com a inovação, a investigação e a excelência clínica e contribui para a formação de profissionais que estarão na linha da frente da medicina do futuro.
IPO do Porto e UTAD lançam campanha para atrair jovens dadores de sangue
A campanha de comunicação “Tu és o tipo de alguém” nasce da necessidade de o Banco de Sangue do IPO do Porto aumentar e fidelizar o número de dadores entre os 18 e os 40 anos. A instituição pretende incentivar a participação regular e combater mitos e desinformação associados à dádiva de sangue. A campanha tem início no mês em que se assinala o Dia Nacional do Dador de Sangue e contará com várias iniciativas e parcerias ao longo do ano.
A estratégia de comunicação foi desenvolvida em parceria com o IPO Porto e um grupo de estudantes e os professores da Licenciatura e do Mestrado em Ciências da Comunicação da UTAD, numa parceria que permitiu criar uma campanha atual, criativa e pensada de jovens para jovens.
“Os nossos doentes oncológicos necessitam de transfusões diárias para prosseguir com o seu tratamento. Cada dador jovem representa uma contribuição essencial para salvar vidas e garantir a continuidade destes cuidados”, afirma Maria Rosales, diretora do Serviço de Imuno-hemoterapia do IPO do Porto.
Já Fábio Ribeiro, docente da UTAD e coordenador da campanha, destaca que “é cada vez mais decisivo para as universidades desenvolver competências em diálogo com instituições externas à sua missão académica, científica e pedagógica. Neste projeto com o IPO do Porto, procurou-se proporcionar aos estudantes uma experiência prática relacionada com a dádiva de sangue e com a realidade da comunicação em contexto real”.
“Tu és o tipo de alguém”: uma mensagem para travar o “scroll”
Com o slogan “Tu és o tipo de alguém”, a campanha utiliza uma linguagem direta, inspirada nas aplicações de encontros, com o objetivo de despertar a curiosidade do público jovem. A mensagem associa a dádiva de sangue a um ato de responsabilidade social e de cidadania, em que todos são importantes para fazer a diferença na vida de quem recebe.
Paralelamente, a campanha pretende esclarecer dúvidas, combater a desinformação e mostrar que dar sangue é um processo seguro e rápido. Serão divulgados conteúdos informativos sobre todas as etapas da dádiva, bem como um jogo “Verdade ou Consequência”, que permitirá aos jovens aceder à informação médica rigorosa e cientificamente validada.
Receio de agulhas afasta jovens dadores
Uma das preocupações identificadas entre os jovens, pelos estudantes da UTAD, está relacionada com o receio de agulhas. Para ajudar a ultrapassar este fator, a campanha inclui algumas recomendações para o momento da colheita, como a ingestão adequada de água e a disponibilização de uma playlist no Spotify com cerca de 10 minutos, o tempo médio da colheita de sangue, para ajudar a relaxar os dadores mais ansiosos.
Todo o processo de dádiva é acompanhado por profissionais qualificados, que garantem a segurança e a confidencialidade da recolha de sangue.
Todas as informações podem ser consultadas numa página do site do IPO Porto dedicada à campanha “Tu és o tipo de alguém”.
Centro de Investigação do IPO Porto na 23.ª Mostra da Universidade do Porto
Durante quatro dias, alunos do ensino básico e secundário, bem como as respetivas famílias, tiveram a oportunidade de dar os seus primeiros passos no contacto com a ciência e a investigação, interagindo diretamente com investigadores.
No stand dinamizado pelo RISE – Laboratório Associado, os visitantes participaram em diversas atividades práticas e demonstrações científicas conduzidas por investigadores do Centro de Investigação do IPO Porto. Entre as atividades apresentadas destacaram-se a utilização e demonstração de uma touca de EEG, uma introdução à proteómica, a extração de DNA a partir de fruta, a demonstração de proteólise em gelatina com recurso a hidrogel, a simulação de mutações de DNA através de um jogo de missangas, a cultura celular 3D, bem como a demonstração da ocorrência de mutações e a análise de culturas celulares.
Estas experiências contribuíram para estimular a curiosidade científica e despertar o interesse dos mais jovens por uma futura carreira na área da investigação.

IPO PORTO CELEBRA 52 ANOS COM GALA SOLIDÁRIA NO COLISEU DO PORTO
O espetáculo, com início marcado para as 21h30, contará com atuações de Sérgio Godinho, David Fonseca, Carolina Deslandes, Buba Espinho, Tomás Wallenstein e Marisa Liz, num encontro entre diferentes gerações da música nacional. A programação inclui ainda um momento de teatro de improviso com atores da companhia Ervilha no Topo do Bolo.
A totalidade das receitas obtidas com a venda de bilhetes reverterá para projetos de investigação e de luta contra o cancro desenvolvidos pelo IPO Porto, área considerada estratégica pela instituição.
Segundo o presidente do IPO Porto, a iniciativa assume um significado especial este ano, dada a relevância dos números assistenciais de 2025:
“Assinalar o aniversário do IPO Porto com a Gala Solidária tem um significado especial este ano, após termos recebido, em 2025, o maior número de novos doentes da nossa história: mais de 11.000 pessoas com cancro foram admitidas e tratadas. Este aumento da procura reforça a importância do investimento em recursos humanos e infraestruturas, mas também numa resposta cada vez mais organizada em rede no SNS na Região Norte. Para o IPO Porto, tratar melhor não é concentrar doentes, mas articular cuidados, combinando diferenciação, proximidade e eficiência” afirma Júlio Oliveira.
O presidente reforça ainda: “A Gala Solidária é um exemplo do papel que a sociedade civil pode assumir neste processo, apoiando a investigação em oncologia, permitindo que continuemos a avançar no conhecimento científico, na melhoria dos tratamentos e a oferecer mais esperança aos nossos doentes.”
Promovida desde 2013, a Gala Solidária pretende mobilizar a comunidade para a causa oncológica e reforçar a ligação entre o Instituto e a sociedade, através da música e da cultura.
Os bilhetes estão disponíveis a partir de hoje na bilheteira do Coliseu do Porto e online através da Ticketline, com preços a partir de 10 euros.
Bilhetes: https://www.ticketline.pt/evento/7-Gala-Solidaria-IPO-PORTO-102561
Apoios 7ª Gala Solidária
A Gala Solidária é uma iniciativa organizada pelo IPO do Porto, em coprodução com a produtora Ritmos.
Nesta edição, conta com o apoio principal do grupo Caetano Baviera e da Cordex como patrocinadores. Tem ainda o mecenato da Fundação “la Caixa” e da Fundação Manuel António da Mota.
Como parceiros mediáticos, destacam-se a rádio Renascença e a TVI, através da sua marca de responsabilidade social, TVI POR SI.
Todas as edições contam ainda com o apoio institucional do Coliseu do Porto e da Câmara Municipal do Porto.

IPO Porto conquista duas Bolsas de Doutoramento do Programa Doutor-AP da FCT
O Programa Doutor-AP visa promover a formação avançada e a qualificação dos recursos humanos das entidades públicas, através da atribuição de tempo protegido para o desenvolvimento de projetos de investigação conducentes ao grau de doutor. Esta iniciativa representa um investimento estratégico na produção de conhecimento científico aplicado, com impacto direto na melhoria dos serviços públicos.
Projeto aposta na eficiência dos tratamentos oncológicos
Susana Alexandra Morais Alves Pinto foi distinguida com financiamento para o projeto de doutoramento “Otimização da preparação e utilização de tratamentos farmacológicos num hospital oncológico”. A investigação tem como objetivo otimizar os processos de preparação e utilização de terapêuticas oncológicas, reduzindo desperdícios e tempos de espera. Espera-se um impacto direto na experiência do doente, na equidade de acesso aos tratamentos e na manutenção dos mais elevados padrões de eficácia e segurança terapêutica, promovendo cuidados de saúde mais eficientes e humanizados.
Investigação reforça conhecimento sobre risco genético de cancro colorretal
Carla Alexandra Cavaco Pinto foi igualmente selecionada para financiamento com o projeto “Caracterização das variantes genéticas associadas a síndromes hereditárias de polipose colorretal na população portuguesa”. As síndromes hereditárias de polipose colorretal estão associadas a um risco significativamente aumentado de desenvolvimento de cancro colorretal. Apesar dos avanços científicos, subsistem desafios na identificação de variantes genéticas responsáveis e na compreensão da sua relação com os diferentes fenótipos clínicos.
O projeto irá aprofundar o conhecimento sobre estas síndromes na população portuguesa, através da identificação de novas variantes patogénicas, da avaliação da sua prevalência e do estabelecimento de correlações genótipo-fenótipo. Estão ainda previstas a análise do risco oncológico em portadores heterozigóticos, a investigação de possíveis efeitos fundadores e a identificação de novos genes candidatos em famílias sem variantes previamente conhecidas.
Os resultados poderão traduzir-se numa melhoria significativa do aconselhamento genético, na otimização das estratégias de vigilância e profilaxia do cancro colorretal e num avanço relevante do conhecimento científico nesta área.
Com a aprovação destas duas Bolsas de Doutoramento, o IPO Porto reforça o seu posicionamento como instituição de referência na investigação oncológica em Portugal, consolidando a integração entre prática clínica e investigação científica e contribuindo para cuidados de saúde cada vez mais diferenciados, inovadores e centrados no doente.
IPO obtém certificação da European Association of Nuclear Medicine Level 2
A certificação EARL Theranostics distingue centros que cumprem padrões rigorosos de qualidade e harmonização na área da teranóstica, uma abordagem que integra diagnóstico molecular e terapêutica personalizada em oncologia.
O programa contempla dois níveis de certificação. O Level 1 reconhece o compromisso com requisitos fundamentais de garantia de qualidade e estandardização. O Level 2, de caráter avançado, distingue centros com experiência consolidada e prática clínica estruturada na área teranóstica e exige validação técnica adicional.
A obtenção do Nível 2 confirma o IPO Porto como centro com competência teranóstica avançada, reforça a credibilidade internacional da Instituição e aumenta a confiança de doentes, centros referenciadores, entidades reguladoras e outros parceiros. Este reconhecimento reforça também a capacidade de participação em estudos clínicos multicêntricos internacionais.
Este marco consolida o posicionamento do IPO Porto como Centro de Referência Teranóstico e evidencia o compromisso contínuo com a excelência e a inovação nos cuidados prestados ao doente oncológico.
IPO do Porto distinguido em evento nacional do Projeto STOP Infeção Hospitalar 2.0
A apresentação dos resultados foi feita por Ana Lebre, líder nacional do projeto e Diretora do Serviço de Doenças Infeciosas/UL-PPCIRA do IPO do Porto, recentemente nomeada Diretora do PPCIRA a nível nacional. Em três anos, o STOP – Infeção Hospitalar 2.0 alcançou reduções muito significativas nas principais infeções associadas aos cuidados de saúde, atingindo até 68,9% na cirurgia ortopédica, cerca de 50% na Medicina e Medicina Intensiva e 28,4% na cirurgia colorretal, com 95% das equipas a melhorar os seus indicadores. Estima-se que tenham sido evitados 1.628 casos de infeção, 189 mortes, mais de 27 mil dias de internamento e cerca de 17 milhões de euros em custos de saúde.
O Conselho de Administração do IPO do Porto e toda a equipa do PPCIRA estiveram presentes neste momento solene, durante o qual receberam uma distinção institucional. A sessão contou com a presença da Diretora-Geral da Saúde, Rita Sá Machado, de um representante da Fundação Calouste Gulbenkian e de Pedro Delgado, Vice-Presidente do IHI. A participação do IPO do Porto neste evento sublinha o seu compromisso contínuo com a excelência clínica, a segurança do doente e a redução do risco de infeção, através da adoção de práticas baseadas na evidência científica e da integração em projetos estruturados de melhoria contínua, em linha com o Plano Nacional de Qualidade e Segurança do Doente 2021-2026.
O Projeto STOP – Infeção Hospitalar 2.0, promovido pela Direção-Geral da Saúde, através do Programa Prioritário de Prevenção e Controlo de Infeção e de Resistências aos Antimicrobianos (PPCIRA), em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian e o Institute for Healthcare Improvement, representa a consolidação e expansão de um modelo colaborativo de melhoria contínua da qualidade, assente na melhor evidência científica e na implementação estruturada de bundles de prevenção da infeção.
Exposição assinala Dia Internacional da Criança com Cancro
A sessão inaugural integrou um desfile protagonizado por crianças do Serviço de Pediatria, que apresentaram chapéus criados por designers e chapeleiros nacionais. A cerimónia contou com a presença do Vereador da Cultura da Câmara Municipal de S. João da Madeira, do Presidente do Conselho de Administração do IPO Porto, bem como da equipa educativa e de outros profissionais do Serviço de Pediatria.
Para além das criações de autores convidados, a exposição integra igualmente chapéus concebidos por profissionais do IPO Porto, num testemunho de envolvimento, criatividade e trabalho colaborativo.
Esta iniciativa representa também uma forma de aproximação entre os universos da Saúde e da Cultura, evidenciando o papel da expressão artística como fator de humanização do cuidado em contexto oncológico pediátrico.
A exposição estará patente ao público até 12 de abril.
IPO Porto reforça atividade assistencial e liderança tecnológica em 2025
“A atividade assistencial em 2025 manteve uma trajetória de crescimento face ao ano anterior, num contexto particularmente exigente, o que demonstra a capacidade do IPO Porto para responder a um número crescente de doentes, elevando os padrões de qualidade”, afirma o Presidente do Conselho de Administração, Júlio Oliveira.
Ao longo do ano, o IPO Porto acolheu 11.271 novos doentes, registando 9,8% de aumento face a 2024. A atividade clínica superou o ano anterior, com a realização de 365.998 consultas médicas, incluindo 110.004 primeiras consultas, traduzindo um reforço da resposta assistencial e do acesso dos doentes a cuidados especializados. Ao nível dos tratamentos, verificou-se um crescimento em áreas de maior complexidade, com 46.462 sessões de quimioterapia, 71.227 sessões de radioterapia e 2.467 sessões de imunohemoterapia, consolidando a tendência de aumento da atividade observada nos últimos anos.
A área cirúrgica registou também uma evolução positiva face a 2024, com a realização de 12.492 intervenções cirúrgicas (aumento de 4,9%), destacando-se a realização de 162 cirurgias robóticas, no primeiro ano de implementação desta tecnologia no IPO Porto. “O arranque do Programa de Cirurgia Robótica representa um salto qualitativo na nossa capacidade cirúrgica e é reflexo da diferenciação tecnológica da instituição”, sublinha Júlio Oliveira, afirmando que o segundo robot cirúrgico será instalado brevemente.
O IPO Porto realizou ainda 144 transplantes, dos quais 25 em crianças. Realizaram-se 49 tratamentos com células CAR-T, reforçando a sua posição na vanguarda das terapias médicas avançadas. Na área do rastreio, destaca-se o do Cancro do Colo do Útero que abrangeu 146.584 mulheres, confirmando o papel estruturante da instituição na organização dos cuidados de saúde a nível regional.
Este desempenho assistencial decorre em paralelo com um ciclo de investimento sem precedentes, fortemente impulsionado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que está a permitir a modernização de infraestruturas e a introdução de novas tecnologias. “Estamos a concretizar um conjunto de projetos estruturantes, com elevada complexidade técnica e exigência operacional, que irão marcar decisivamente o futuro do IPO Porto”, refere o presidente.
Com uma dotação global de cerca de 45 milhões de euros, o IPO Porto afirma-se como uma das instituições de saúde que mais financiamento captou no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), destinado à renovação de equipamentos médicos pesados, à qualificação das instalações hospitalares e à modernização dos equipamentos médicos e científicos.
A este esforço de investimento soma-se a histórica doação da Fundação Amancio Ortega, que viabilizou o lançamento do concurso público para a construção do Centro Nacional de Protonterapia, um projeto de elevada relevância estratégica para o desenvolvimento da oncologia em Portugal.
No plano internacional, destaca-se ainda o papel ativo do IPO Porto através da participação em várias Joint Actions europeias na área da Oncologia, reforçando a sua integração em redes de cooperação e inovação à escala internacional. O envolvimento efetivo dos doentes nos processos de auscultação e decisão materializou-se com a criação do CCUte IPOP – Conselho Consultivo dos Utentes do Instituto Português de Oncologia do Porto, uma iniciativa pioneira em Portugal, que promove a participação ativa dos utentes na definição e evolução dos cuidados de saúde.
“A melhoria das condições assistenciais e organizacionais do IPO Porto terá continuidade em 2026, com impacto direto na qualidade dos cuidados prestados, na investigação e no ensino”, afirma Júlio Oliveira, sublinhando que este percurso reforça a capacidade da Instituição para responder, de forma sustentada, às necessidades atuais e futuras da oncologia.
IPO Porto reforça diagnóstico e intervenção com novo TAC de última geração
O novo equipamento entrou em funcionamento a semana passada e está agora instalado numa área dedicada da Imagiologia, junto à Radiologia de Intervenção. Este espaço está a ser alvo de melhorias estruturais, garantindo melhores condições técnicas, funcionais e de segurança para a realização dos procedimentos.
Com a entrada em funcionamento do novo TAC, o IPO Porto reforça a sua capacidade de resposta, proporcionando tratamentos mais eficazes e rápidos, beneficiando tanto os profissionais de saúde como os doentes.
